Chega o final do semestre, e com ele os exercícios de televisão. Nada é mais tenso para os novatos que encarar uma câmera e um microfone em pleno saguão da faculdade. Os 40 segundos mais longos de uma vida. As tentativas de decorar o pequeno texto foram em vão. O que nos restava era o papelzinho bem amassado pelo nervosismo, e as pernas e mãos trêmulas.

Passado o exercício, a avaliação – e a risada das caras, bocas e erros. Nada tão ruim para quem passa por esse tipo de situação pela primeira vez. O que não vale é desistir logo após a primeira tentativa. Já hoje, último dia, a gravação do programa de 20min. Dois blocos de 10: o primeiro de entrevistas e o segundo de debate sobre o tema escolhido. A espera pela chegada do entrevistado só passa ao vê-lo chegar na Famecos e adentrar o pátio.

Conseguimos trazer José Maria Rodrigues Nunes, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul. Mais uma vez, o agradecimento pela disponibilidade e a desculpa por qualquer transtorno. O tema, conforme o entrevistado escolhido, já é de se advinhar: a decisão dos Supremo Tribunal Federal pela revogação da exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão.

Tanto o debate quanto a entrevista foram ótimos, ocorreram melhor que o esperado. O nervosismo é menor quando se tem companhia diante das câmeras, a possibilidade de falar livremente com o auxílio de uma “cola”. A televisão foi mais uma etapa superada. A avaliação dos professores foi muito positiva; fica a vontade de praticar mais. Um semestre tão rico em aprendizagem que conseguiu dar bem o tom do que é o Jornalismo: pura técnica e paixão!

Postado por: Fontoura

Quem pensava que apenas os Estados Unidos estavam passando por essa onda de fechamento de jornais e outras publicações, devido à ascensão da Internet, enganou-se.

Assino há quase um ano a Revista da Semana, uma publicação da editora Abril. Optei por essa revista pelo fato de ela ser pequena, de baixo custo e trazer um conteúdo bom e compacto de tudo o que aconteceu no Brasil e no mundo durante cada semana. Tem como fontes diversas jornais e revistas do mundo todo. Da ZH ao NYT.

Mas semana passada não recebi a minha revista no domingo, como de praxe. No lugar dela recebi uma Veja especial sobre o falecimento do cantor Michael Jackson. Junto a ela, veio uma carta da editora, cuja mesma tratava de informar que a revista foi descontinuada. O editorial do último número publicado trouxe, além do texto, imagens das capas de todas as 93 edições.

Editorial da última edição - nº 93

Editorial da última edição - nº 93

Postado por: Fontoura

Nos últimos dias de aula eu tenho pensado na minha escolha profissional. No começo, não me lembrava porque tinha escolhido o jornalismo, mas depois de algum tempo, recordei que foi por um motivo meio bobo. Eu sempre pensei em fazer psicologia, e até já cogitei a hipótese de cursar medicina pra depois me expecializar na psiquiatria pois sempre tive essa curiosidade sobre a mente humana, porém todas essas opções pareciam ser muito monótonas.

Foi quando, em uma aula, no meu terceiro ano, eu falei brincando durante uma conversa sobre a escolha profissional “Vou fazer jornalismo para poder entrevistar o McFly!” Sim. Eu escolhi minha profissão depois desse acontecimento. Mas não, eu não estou cursando uma faculdade por querer conhecer uma banda. Acontece que eu NUNCA tinha me lembrado que ser jornalista era uma profissão! Eu nunca tinha pensado que o jornalismo é, na verdade, uma junção de tudo que eu sempre quis. A profissão tem a comunicação da psicologia, porém de monótona ela não tem nada! Bingo! Fui nos sites dos vestibulares que eu ia prestar, e mudei minha opção na hora. Alguns podem achar loucura fazer algo assim. Trocar de curso de uma hora pra outra, mas algo mudou dentro da minha visão profissional.

Finalmente, as coisas se encaixaram. Eu vi que nunca quis uma profissão tão parada como a psicologia, eu nunca seria feliz dentro de um escritório. E é isso que os estudantes de jornalismo procuram: não ficar parados! O jornalismo é uma das profissões mais perigosas, e além disso, proporciona viagens e muito conhecimento. Esse foi outro motivo pra eu optar pelo curso: o conhecimento amplo. Eu sempre sonhei saber um pouco sobre tudo. Saber, saber, saber. Os assuntos as vezes aprofundados, as vezes não, mas sempre saber sobre todos. Ser um jornalista proporciona isso: estar sempre por dentro de todos os assuntos do mundo. Não quero ser muito repetitiva, mas é como o nosso professor Fabian disse no primeiro dia de aula: Jornalismo é a melhor profissão do mundo.

Postado por: Cohen

Não se deve ignorar toda a questão da inovação nos aparelhos, das pesquisas para desenvolvimento de modelos nacionais e a gama de recursos que a TV digital trará. Mas tudo isso parece inútil se, juntamente com toda essa revolução, não houver uma mudança radical na produção de conteúdo televisivo.

O novo modelo demanda troca de aparelho de televisão, aquisição de conversor (caso esse não esteja incluso na própria televisão); ou seja: dinheiro. Em um país como o nosso, esse tipo de tecnologia atingirá uma pequena parcela da sociedade. Fazer com que as pessoas adquiram todo o aparato necessário para apenas ter uma leve mudança na imagem não faz sentido – quando essa análise é feita com base na situação atual e do modelo de programação “padrão” das emissoras.

A palavra-chave é a interação. A TV digital promove uma customização; possibilita que o telespectador monte sua grade de programas, que ele assista qualquer coisa a qualquer hora. Mais o acesso à internet, simultaneamente. E para que essa liberdade seja consolidada, as emissoras devem produzir mais, e com variedade. É por isso que essa nova tecnologia ainda não se fixou no Brasil. Além dos problemas quanto à escolha do modelo do sinal, essa mudança é, para as emissoras, quase que começar do zero. Simboliza o fim das velhas fórmulas quadradas dos programas que arrebatam altos níveis de audiência sem apresentar nada de útil e novo.

A mudança na programação sem a efetiva troca de sistema pode ser feita desde já, sim. Um exemplo de interatividade (infelizmente, produzido a alto custo) é o seriado Lost, conforme debate feito em aula. A série ultrapassa a esfera televisiva e coloca na rede as maiores informações e detalhes sobre a trama. A pessoa que acompanha somente pela televisão não consegue entender tudo o que acontece. E mais: os rumos da história são dados pelos produtores de acordo com a reação do público. Essa iniciativa encaixa-se perfeitamente no propósito da TV digital: debate, informação através de outros canais além do próprio programa, internet, interação.

De certa forma, podemos observar esse movimento todo como uma nova oportunidade: a de se iniciar a produção de conteúdo mais inteligente. Não que a implantação dessa nova tecnologia represente exatamente isso, mas é a chance de se produzir com consistência, de reverter o estado de estagnação da programação da televisão brasileira, onde o nível do que se passa no “horário nobre” não condiz com o título do horário, e o que é considerado diferente é jogado para a madrugada.

Postado por: Fontoura

Tá, eu não to nem aí que eu postei a 2 dias atrás. Sério, eu não acredito no que aconteceu hoje! Eu fiz minha segunda prova prática da auto escola e adivinha só: eu rodei, DE NOVO! Meu Deus! Não é por acaso que as pessoas dirigem SEM CARTEIRA. Além das mil horas dentro de uma sala de aula, ainda tem as milhões de horas dentro de um carro sendo obrigado a andar no máximo a 4okm/h!  Eu já to a três meses nessa merda coisa infernal! Sem contar a luta pra conseguir horários de aula! Eu nunca fiquei tão braba na vida, acho. To até pensando em começar um protesto contra as CFCs! Dirige quem sabe, não quem conseguiu fazer a baliza uma vez na vida só porque estava sendo avaliado. Eu proponho o seguinte: faz-se as vinte horas de aula prática que é obrigatório fazer e o INSTRUTOR avalia no final dessas aulas se tu ta preparado ou não pra dirigir! Pra que prova? Só deixa as pessoas nervosas e assim elas não conseguem mostrar o que sabem de verdade! GRRRRRRRRRRRRRRRR. Abaixo as provas práticas de direção.

Postado por: Cohen

O semestre arrecém começou, certo? Errado. Apesar dos calouros apenas terem se conhecido, e alguns até não conhecerem todos seus colegas ainda, o primeiro semestre da PUC está dias longe do fim. Os comentários sobre o assunto? Sempre as mesmas exclamações  ”Nossa! Passou muuuuuuuuuuito rápido!”. E passou mesmo, ainda mais para os bixos que a pouco se acostumaram com esse novo mundo chamado “FACULDADE”.

Falando nesse novo mundo, devido a ele, os posts aqui no blog foram poucos. Porém, as aulas de Laboratório de Jornalismo foram além de qualquer expectativa. Na verdade, é a mais completa das cadeiras que os bixos de jornal tiveram até agora. Tomara que meus outros professores não acessem esse blog!

O Laboratório não trouxe apenas a parte teórica da profissão e suas novidades, como também nos fez passar muito vergonha nas aulas práticas, onde tivemos que falar ao vivo na RádioFam ou falar um texto decorado na frente de uma câmera, no saguão da faculdade, enquantos os olhos curiosos dos que saíam da aula acompanhavam cada passo e erro nosso. Não comentando as caretas, os risos e os surtos emocionais da turma, os professores Fabian e Pellanda elogiaram os alunos e disseram, com razão, que os erros foram proporcionados apenas pelo nervosismo. Mas esses não foram os únicos professores a elogiar a turma 349. Se formos levar em consideração o número de elogios que recebemos, nossa turma vai ficar convencida.

Enfim, esse primeiro semestre só mostrou para todos que o cursaram que jornalismo é, como disse o nosso professor Fabian no primeiro dia de aula, a melhor profissão do mundo. E que, além disso, ela merecia ser tratada como tal. Sim, diploma obrigatório JÁ! Haha :D Jornal, rádio, TV, internet…Todas os tipos de mídia em um semestre só. Estou anciosa pelo próximo semestre…e pelo nosso jornalzinho!! Quero saber quem ficou com a capa!

Postado por: Cohen

Depois de passar pela mídia impressa seguimos para o próximo módulo. Na quinta-feira passada, 21, gravamos um programa de rádio. Com a duração de 20 minutos, entramos no ar às 9h da manhã. Fomos o segundo grupo a apresentar, o que nos garantiu uma leve vantagem (mas só até a audição do programa hoje, há algumas horas atrás).

Os professores deram o play diante da turma e… onde está a trilha de abertura? David Bowie foi ocultado. No lugar dele, ruídos da mesa de som, no ajuste dos microfones e som do computador da âncora. De repente, a voz da Bárbara. O programa Huya está no ar (na falta de um nome, inventa-se qualquer coisa).

Na parte técnica, o principal mandamento: posicionar o rosto a um palmo de distância do microfone. Segundo: uma voz de cada vez; várias ao mesmo tempo vira em nada. Terceiro: eloquência e pausa na fala, identificar a necesidade de ênfase em certos momentos ou palavras. Afinal, no rádio, o ouvinte conta apenas com a sua capaciadade de imaginação.

Quanto ao material, organização e divisão de editorias, nada a reclamar. Todos preparam conteúdo, fizeram cálculos do tempo necessário para uma boa leitura do texto redigido – e leram bem! Inclusive a escolha da música do intervalo fora feita com base nesse tempo calculado. Em contrapartida, tivemos notícias às vezes muito longas, com uma mesma voz durante toda a editoria.

Esse foi um dos muitos comentários que os professores fizeram acerca de todos os programas. De fato, se faz necessária uma dinamização de roteiro. Ele deve servir como o esqueleto, um modelo de ordem de como as coisas acontecerão, a fim de evitar confusões e longos vácuos durante a transmissão. Jamais um limitador. O revesamento de vozes e a criação de espaço para debate das notícias – com a devida organização e argumentação – são algumas soluções.

Uma questão que merece destaque, ainda sobre programas de debate, de opiniões é o vocabulário e a argumentação. Os “achismos” não contribuem para a conquista da credibilidade; não passam de comentários jogados no ar sem fundamento algum. A apuração – tão essencial para os veículos impressos – das informações no rádio também é imprescindível e, no caso da opinião, se constrói na busca e apresentação de dados confiáveis, a serem incorporados na opinião.

A disposição das notícias também é um ponto que merece atenção. As editorias fixas, nesse caso, podem atrapalhar. As notícias mais importantes podem encabeçar os blocos, estabelecendo uma hierarquia para dar destaque a todos os momentos e ”prender” o ouvinte até o final da transmissão. A trilha é de extrema importância para dar ritmo às falas e preencher o silêncio do fundo. Contribui bastante nos programas de debate; deixa menos massante.

Toda experiência é válida. Segundo os professores, para o primeiro contato de muitos com os microfones e o estúdio, todos foram bem. Ficam as lições para a próxima vez.

Ouça o programa aqui.

*Peço a todos que tiverem a paciência de ouvir um pouco ou todo o arquivo que façam algum comentário sobre. Please, sejam carinhosos; somos novatos :)

Postado por: Fontoura

Creio que aprendi hoje uma das maiores lições sobre a profissão de jornalista: é possível ser objetivo sem cair na superficialidade.

A produção do jornal Lab é um dos projetos da cadeira, bem como este blog. Mais do que vivenciar a experiência da iniciação na futura profissão em todos os meios possíveis, a atividade apresenta-nos as diferenças (gritantes, por sinal!) de cada um. Enquanto aqui no blog há quase que caracteres infinitos, no jornal temos um limite que deve ser religiosamente respeitado.

“Pessoal, é melhor escrever mais e ter de cortar depois do que duplicar o texto”, advertiram os professores. Só que uma coisa é escrever (estourando) mil caracteres a mais que o permitido para o espaço; outra é escrever mais que o dobro. Aprendi que 1900 caracteres, embora o número assuste à primeira vista, não são nada quando realmente há conteúdo para expor e se opta pela editoria geral, cuja abrangência de assuntos é muito maior que nas outras . Escrever a matéria não foi o maior desafio; promover uma espécie de esquartejamento no tão elaborado texto foi, no consenso geral, o pior.

Algumas informações gerais tiveram de ser descartadas, mas a essência da matéria permanceu intacta. O conteúdo não decaiu. Essa é a mágica da objetividade do Jornalismo: ser sucinto com consistência é quase ser um artista.

Postado por: Fontoura

Eis o texto!

A liberdade em discussão mais uma vez

Por Aline de Mello e Mariana Fontoura

Nos dias 6 e 7 de abril Porto Alegre recebeu o 22º Fórum da Liberdade. Organizado pela Instituto de Estudos Empresariais (IEE) reuniu, no Centro de Eventos da PUCRS, estudantes, empresários e profissionais. O tema escolhido para a edição de 2009, ”Cultura da Liberdade ”, contou com a presença de palestrantes de várias nacionalidades.

A palestra de abertura teve a presença de Vicente Fox, ex-presidente do México. Em seu discurso, disse ser contra os longos mandatos. “A alternância de poder é essencial, do contrário, o espírito de transformação do governante pode adormecer”, defende.

Roberto Civita, editor chefe da revista Veja, ao receber o Prêmio Liberdade de Imprensa declarou que a imprensa não deve ser a única a combater a corrupção, e completou: “Olhos e ouvidos não provocam mudanças sozinhos.

O intelectual norte-americano Charles Murray e o membro da Fundação CARE, o brasileiro Bolívar Lamounier, foram os convidados do Painel “Cultura da Liberdade”. Ambos trataram das questões da desigualdade, da miséria, e o costume de buscar uma justificativa no passado, quando a solução está no presente.

No painel, “Liberdade e Protecionismo”, a ex-Ministra das Finanças na Nova Zelândia, Ruth Richardson, o economista Alessandro Teixeira e o fundador do Movimento Libertário na Costa Rica, Otto Guevara Guth, deram o tom do debate. Com a presença de Denis Rosenfield, Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e Alberto Carlos Almeida, escritor e pesquisador, deu-se a terceira rodada de palestras com o tema “Liberdade e Intervencionismo”.

A polêmica deu-se no quarto painel que discutiu a “Liberdade de Etnias”. Frei Davi dos Santos, defendeu que “as cotas étnicas vêm, justamente, para acelerar a integração entre brancos e negros”. Em contrapartida, Demétrio Magnoli, jornalista e o ganes Franklin Cudjoe, disseram que as cotas não são uma forma de inclusão racial, alimentando a discussão.

“A imprensa não existe para ser politicamente correta, nem para agradar a todos”. Foi assim que a editora chefe da revista Exame, Cláudia Vassalo, abriu o painel “Liberdade de Imprensa”. Já Tom Palmer afirmou ser contra as propagandas de órgãos governamentais nos meios de comunicação. Humberto Ávila posicionou-se contra a obrigatoriedade do diploma de jornalista, associando-a a uma forma de censura.

Nossa, tá difícil escrever aqui! A cobrança na faculdade começa a aumentar e o tempo pro computador começa a diminuir…Enfim, o que importa é que agora, na aula, o Fabian nos libertou do grande sentimento de culpa por ter abandonado o blog pedindo para nós escrevermos nele. Como o laboratório está cheio dos meus colegas histéricos tentando resumir suas matérias para o jornal da famecos (nosso trabalho de aula atual), tive que vir pro CICOM. Como o professor mandou, vou escrever sobre a matéria que fiz para o LabJor (jornal da FAMECOS) sobre o novo vestibular. A matéria resume o que é, como é feito e quando vai entrar em ação o projeto. Para fazer ela eu usei como fonte de pesquisa a internet, claro, e a revista VEJA da semana passada que tem o assunto como capa. O mais difícil não foi escrever, e sim resumir um texto de quase 4000 caracteres para 1900! É claro que o meu problema não foi nada comparado ao do meu colega, que tinha um texto de quase 7000. Para incrementar a pesquisa, “entrevistei” uma amiga que fará o vestibular esse ano para saber o que ela achava desse novo método. Após ler toda a matéria da VEJA eu apoiava totalmente a mudança, mas depois de ouvir minha amiga opinar sobre o assunto, sendo ela uma futura vestibulanda, a imagem mudou. A mudança, além de deixar perdido, faz com que o atual estudante perca todo o conhecimento adquirido para a prova que é dada atualmente, pois a prova unificada tem perguntas com propositos totalmente diferentes e tem como objetivo mudar a linha de pensamento dos vestibulandos. A troca do atual vestibular para o novo tem varias vantagens, porém deveria ser feita com mais calma. Algumas universidades já querem acatar a mudança para esse ano ainda! Muitos cursinhos vão demorar a aderir ao novo método, pois o treinamento dos professores e o custo do novo material didático é caro. Por isso, deveriam deixar o Brasil se acustumar com a idéia antes de coloca-la em prática tão rapidamente. Bom, em resumo é isso. Quem sabe no próximo post eu até coloque a minha matéria aqui. :D

Postado por: Cohen

“It’s a new dawn

It’s a new day

It’s a new life for me

And I’m feeling good”

Nina Simone consegue expressar bem tudo o que tenho vivido nesse primeiro mês – já quase no fim – de aulas. Se é possível existir uma pessoa apaixonada pela profissão antes mesmo de exercê-la e estar de fato graduada no curso, essa pessoa sou eu.

Torço para que todos os que estão ingressando nessa vida sejam extremamente felizes em suas escolhas e, assim como eu, aficionados pelo jornalismo na sua totalidade, sobretudo pelos desafios.

Postado por: Fontoura



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